Um assistente educacional de 29 anos foi sentenciado a 15 anos, cinco meses e 15 dias de reclusão em regime fechado após ser considerado culpado pelo estupro de uma criança de 6 anos em uma unidade de educação infantil na região central de Campo Grande.
O magistrado responsável pelo caso, que tramitou sob sigilo, validou a denúncia apresentada pelo Ministério Público, destacando que o réu se valeu da vulnerabilidade da vítima e da confiança depositada em seu cargo público para cometer o crime dentro do banheiro da instituição.
Além da severa pena de prisão, a justiça determinou a perda imediata da função pública do servidor e o pagamento de uma indenização de R$ 5 mil por danos morais à menina.
O crime foi descoberto em dezembro de 2023, quando o pai da vítima notou um comportamento atípico na filha ao buscá-la na escola; na ocasião, a criança estava visivelmente abalada e implorou para ir embora imediatamente.
Após o relato detalhado da menina em depoimento especial na DEPCA — onde descreveu como o homem a levou ao banheiro sob o pretexto de ajudá-la a urinar para então praticar os atos libidinosos —, as investigações confirmaram a autoria do crime.
Professores e coordenadores da Emei também corroboraram a acusação ao relatarem atitudes estranhas do assistente no período dos fatos, culminando na condenação que agora busca reparar parte do trauma sofrido pela família.







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