Os programas de transferência de renda destinados à população de Mato Grosso do Sul tiveram impacto expressivo na economia estadual ao longo dos 12 meses do ano passado, com a injeção de quase R$ 1,8 bilhão em recursos. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
De acordo com o levantamento, o Bolsa Família foi responsável pela maior parte desse montante. Entre janeiro e dezembro de 2025, o programa repassou R$ 1,579 bilhão a beneficiários sul-mato-grossenses, assegurando renda básica a milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social.
Além da política federal, o programa estadual Mais Social também teve papel relevante na movimentação econômica. Mantido pelo Governo do Estado, o Mais Social injeta, em média, R$ 18 milhões por mês na economia local, atendendo mais de 40 mil famílias. Considerando esse valor ao longo de 12 meses, o total aplicado chegou a aproximadamente R$ 216 milhões.
Somados, os dois programas movimentaram R$ 1,795 bilhão na economia de Mato Grosso do Sul no período analisado. Os recursos têm efeito direto no consumo, fortalecendo o comércio, os serviços e a geração de renda nos municípios, especialmente nas regiões com maior concentração de famílias de baixa renda.
Especialistas apontam que, além do impacto social, os programas de transferência de renda funcionam como importantes instrumentos de estímulo econômico, ao garantir circulação de dinheiro e contribuir para a redução das desigualdades no Estado.







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