Publicado em 18/04/2023 às 07:39, Atualizado em 17/04/2023 às 21:42

PMA de Três Lagoas e Batayporã apreendem 1.050 metros de redes em três rios, soltam 56 peixes dos petrechos e doam 20 peixes que estavam mortos para instituição filantrópica

A PMA precisa se manter nos rios em fiscalização

Redação,
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Divulgação

Uma equipe da Polícia Militar Ambiental de Três Lagoas realizou fiscalização nos rios Paraná e Sucuriú, desde a manhã de sábado, abordou 23 embarcações e 115 pescadores e localizou e apreendeu 14 redes de pesca, medindo aproximadamente 1.000 metros. 76 exemplares de peixes que estavam presos aos petrechos ilegais foram soltos.

20 exemplares de peixes que já estavam mortos, porém, em condições de consumo, foram doados para Instituição filantrópica Instituto “Vila Vicentina”, que trabalha na proteção social de idosos e famílias em vulnerabilidade social na cidade de Três Lagoas, desde o ano de 1959. Os Policiais não localizaram os infratores que haviam armado os petrechos ilegais.

BATAYPORÃ

Durante praticamente o mesmo período, desde sábado (15), até esta segunda-feira (17) às 7h00, Policiais Militares Ambientais de Batayporã realizaram fiscalização no rio Ivinhema nos municípios de Nova Andradina e Taquarussu e abordaram 12 embarcações, bem como pescadores que pescavam no barrando do rio, perfazendo 78 pessoas e, felizmente, todos respeitavam as normas. A equipe retirou do rio 2 (duas) redes de pesca, medindo aproximadamente 50 metros e mais 16 anzóis de galho.

Para manter uma fiscalização preventiva efetiva relativamente à pesca predatória, a prevenção ao uso e retirada dos rios de petrechos proibidos com grande poder de depredação de cardumes, especialmente, as redes de pesca são fundamentais para a conservação dos recursos pesqueiros. Dessa forma, a PMA precisa se manter nos rios em fiscalização constante para evitar, que as pessoas armem os petrechos, ou pelo menos, fazer a retirada sem que tenham prejudicado os cardumes.